18 Março, 2010

FW: Cabaré

Olá Rafael ,

 

Convidamos e recomendamos a todos os nossos parceiros e amigos a prestigiarem o espetáculo musical CABARÉ que está em cartaz no Teatro do Instituto Deco20 nos dias 20 e 27 de março às 21 horas.

A Produtora Making OF estará divulgando a Campanha de Incentivo à Doação de Órgãos e Tecidos em suas apresentações.

Nós estaremos lá e esperamos por você!

 

Abraços e até lá.

 

M.Inês e Valdir

 

 

 

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16 Março, 2010

Pleno do CNS debate a conjuntura dos transplantes no Brasil

 

Caso não consiga visualizar esse informativo, copie o endereço eletrônico abaixo e cole no seu navegador
http://www.conselho.saude.gov.br/informativo/2010/14/informe_14.htm

Caso não queira mais receber o Informativo do CNS envie um e-mail para cns@saude.gov.br pedindo que o seu endereço eletrônico seja retirado da nossa lista.

Informativo Eletrônico do Conselho Nacional de Saúde - ano 07 – n.º 14 - Brasília, 15 de março de 2010

 

 

Brasília, 15 de março de 2010

 

 

 

Pleno do CNS debate a conjuntura dos transplantes no Brasil

 

 

         Com o tema “Cuidar para Salvar”, a apresentação da Conselheira e Coordenadora do Grupo de Trabalho (GT) de Transplantes do CNS, Rosângela da Silva Santos, abriu o dia de debates da 207ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Saúde (CNS) na sexta-feira (12). Na ocasião, os Conselheiros Nacionais tiveram a oportunidade de conhecer e debater a conjuntura dos transplantes no Brasil e definiram que o tema voltará ao Pleno do CNS.

 

         Segundo Rosângela Santos, o Sistema Único de Saúde (SUS) financia todos os tipos de transplantes e, em números absolutos, apenas os EUA realizam mais desses procedimentos que o Brasil. A Conselheira ressaltou, ainda, que “o propósito do trabalho feito pelo GT foi ampliar a divulgação sobre a matéria, além de mobilizar a sociedade civil e as instâncias do controle social, para uma participação mais efetiva sobre a importância da Cultura da Doação de Órgãos no País, e ao mesmo tempo, contribuir para a análise e deliberação do CNS no sentido de que as medidas de modernização para o Regulamento Técnico do Sistema Nacional de Transplantes (SNT) possam assegurar a utilização efetiva e eficaz dos critérios nas ações do programa, respeitando-se os valores da equidade ética e transparência do sistema”.

 

         A Coordenadora Geral do SNT, do Ministério da Saúde, Rosana Reis Nothen, falou aos Conselheiros sobre o modelo brasileiro para doação e transplantes de órgãos e tecidos. Ela disse que a Espanha é um país referência na temática de doação de órgãos e “o modelo de São Paulo tem se mostrado muito eficiente, alavancando o número de doações nos últimos dois anos”. Com relação aos dados oficiais sobre transplantes, a Coordenadora do SNT informou que um novo sistema está em fase de construção e até a sua implantação optou-se por não divulgar tais informações em função da confiabilidade do que era passado anteriormente pelos Estados ao SNT.

 

        Em sua fala, o Coordenador do Departamento de Coordenação em Transplantes da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), Tadeu Thomé, destacou os avanços que o Sistema Nacional de Transplante teve desde sua criação até hoje. Dados de 2009 apresentados por Tadeu Thomé mostram que os resultados de 2009 estão acima das metas, como foi o caso dos transplantes de rins e de fígado. “Houve um aumento de 29% de doações efetivas em 2009”, afirmou. De acordo com o Coordenador, a notícia é boa “as doações estão aumentando e como consequência, os transplantes.

 

         A Primeira Secretária da Sociedade Brasileira de Bioética (SBB), Maria Cristina Massarollo, trouxe ao CNS informações sobre os aspectos éticos da utilização de órgãos com critérios expandidos, que são aqueles com fatores de risco que podem comprometer a sobrevida do receptor. Maria Cristina reforçou que a distância e o tempo são itens que podem comprometer o órgão a ser transplantado. “A utilização de órgãos com critérios expandidos é um procedimento muito complexo, muito técnico, e que o paciente precisa ser esclarecido e entender para só então poder tomar a decisão sobre esse tipo de transplante”, destacou.

 

         Alexandre Marinho, Técnico de Planejamento e Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), apresentou ao CNS uma avaliação econômica do SNT. Em sua fala, Alexandre ressaltou o fato de quase não existir dados sobre filas de espera em saúde. ”Por que o País trata tão mal as filas em saúde?”, questionou. De acordo com o técnico do IPEA, as informações oficiais disponíveis não permitem realizar, de forma direta, avaliações custo benefício sobre os procedimentos. Outro ponto destacado por Alexandre refere-se aos prazos de espera longos e desiguais no Brasil. “O tempo mínimo de espera por um transplante de córnea no Rio de Janeiro é de 20 anos. Já o de um rim em Mato Grosso é de 424 anos, ou seja, não é feito”, exemplifica.

 

         Além de trazer o debate novamente ao Pleno, os Conselhos também definiram por tratar o tema nas Comissões do CNS, a necessidade de distribuição de material informativo do Ministério da Saúde para população, bem como a possibilidade de realização de um estudo pelo IPEA sobre o impacto do aumento de investimentos no setor.

 

 

IV Conferência Nacional de Saúde Mental – Intersetorial: CNS aprova Recomendação
sobre a realização de conferências regionais e os sub-eixos

 

         O Plenário do Conselho Nacional de Saúde (CNS) aprovou, na quinta-feira (11), durante sua 207ª Reunião Ordinária, a proposta dos sub-eixos da IV Conferência Nacional de Saúde Mental – Intersetorial propostos pela Comissão Organizadora e uma Recomendação sobre a realização das etapas estaduais e municipais da Conferência Nacional de Saúde Mental. Além disso, o Comitê Executivo também ficou definido.

 

         De acordo com a Recomendação aprovada, os Estados e Municípios devem priorizar a realização de Conferências Municipais de Saúde Mental – Intersetorial, porém, a Comissão Organizadora decidiu por apoiar, em casos extraordinários, a realização de Conferências Regionais.

 

         Ainda segundo a Recomendação e também o Regimento da IV Conferência, as propostas de Conferências Regionais deverão ser encaminhadas para os Conselhos Estaduais de Saúde, Comissões Organizadoras Estaduais e aprovadas pela Comissão Organizadora Nacional da IV Conferência Nacional de Saúde Mental – Intersetorial. As Conferências Regionais deverão contemplar a totalidade dos municípios da respectiva região.

 

Sub-eixos 

        A Comissão Organizadora, que esteve reunida entre os dias 4 e 5 de março, em Brasília,  discutiu e construiu também as propostas de sub-eixos com base no Temário Central da IV CNSM – I e seus 3 eixos, nas sugestões contempladas do Pleno do Conselho Nacional de Saúde e da Comissão Provisória e nas recomendações da Reunião Ampliada da Comissão Intersetorial de Saúde Mental/CISM.

 

        O Tema Central da Conferência, que será realizada entre os dias 27 e 30 de junho, em Brasília, será “Saúde Mental direito e compromisso de todos: consolidar avanços e enfrentar desafios”. Nos próximos dias, a Comissão Organizadora divulgará ementas referentes a cada um dos sub-eixos, de forma a contribuir para o debate nas Conferências Municipais, Regionais, Estaduais e Nacional.

 

 

EIXOS

SUB-EIXOS

 

Eixo 1: Saúde Mental e Políticas de Estado: pactuar caminhos intersetoriais
(Eixo da Política e da Pactuação)

1.     Organização e consolidação da rede

2.      Financiamento

3.     Gestão do trabalho em Saúde Mental

4.     Política de Assistência Farmacêutica

5.     Participação social, formulação de políticas e controle social

6.     Gestão da informação, avaliação, monitoramento e planejamento em Saúde Mental

7.     Políticas Sociais e Gestão Intersetorial

8.     Formação, Educação Permanente e Pesquisa em Saúde Mental

9.     Reforma Psiquiátrica, Reforma Sanitária e o SUS

 

 

Eixo 2: Consolidar a Rede de Atenção Psicossocial e fortalecer os movimentos sociais
(Eixo do Cuidado)

1.     Cotidiano dos Serviços: trabalhadores, usuários e familiares na produção do cuidado

2.     Práticas clínicas no território

3.     Centros de Atenção Psicossocial como dispositivo estratégico da Reforma Psiquiátrica

4.     Atenção às pessoas em crise na diversidade dos serviços

5.     Desinstitucionalização, inclusão e proteção social: residências terapêuticas, Programa de Volta para Casa e articulação intersetorial no território

6.     Saúde Mental, Atenção Primária e Promoção da Saúde

7.     Álcool e outras drogas como desafio para a saúde e as políticas intersetoriais

8.     Saúde mental na Infância, Adolescência e Juventude: uma agenda prioritária para a atenção integral e intersetorialidade

9.     Garantia do acesso universal em Saúde Mental: enfrentamento da desigualdade e iniquidades em relação a  raça/etnia, gênero, grupos geracionais, população em situação de rua, em privação de liberdade e outros condicionantes sociais na determinação da saúde mental

 

 

Eixo 3: Direitos Humanos e Cidadania como desafio ético e intersetorial
(Eixo da Intersetorialidade)

1.     Direitos Humanos e Cidadania

2.     Trabalho, Geração de Renda e Economia Solidária

3.     Cultura/ Diversidade Cultural

4.     Justiça e Sistema de Garantia de Direitos

5.     Educação, inclusão e cidadania

6.     Seguridade Social: Previdência, Assistência Social e Saúde

7.     Organização e mobilização dos usuários e familiares de Saúde Mental

8.     Comunicação, informação e relação com a mídia

9.     Violência e saúde mental

 

 

CNS reafirma importância da regulamentação de produtos e serviços nas farmácias

 


           Ainda no dia 11, o Conselho Nacional de Saúde confirmou o apoio à Resolução 44/2009, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que trata dos produtos vendidos nas farmácias e drogarias, da restrição ao acesso dos medicamentos isentos de prescrição que devem sair das prateleiras e passarem a ser vendidos no balcão, pelo farmacêutico, e da definição dos serviços farmacêuticos em tais estabelecimentos.


           Pedro Ivo Sebba Ramalho, Adjunto do Diretor-Presidente da ANVISA, trouxe novamente o debate ao Pleno do CNS, durante a 207ª Reunião Ordinária, tendo em vista a ofensiva nos legislativos estatuais e a judicialização sobre o tema atualmente. De acordo com Pedro Ivo, hoje existem 80 mil estabelecimentos no Brasil o que levou “a uma guerra de concorrência, fazendo com que farmácias e drogarias ampliassem o seu mix de produtos, oferecendo produtos que nada interessam a área da saúde”.


          Na reunião ficou acordado que as entidades que compõe o CNS levem para seus Estados a importância da regulamentação de produtos e serviços nas farmácias. Para Pedro Ivo Sebba “é preciso resgatar o papel original que as farmácias deveriam ter”.

 

CNS apoia auditorias nos Estados


           O Conselho Nacional de Saúde debateu, na manhã de sua 207ª Reunião ordinária, a realização de auditorias sobre o cumprimento da Emenda Constitucional nº 29 nas 27 Unidades da Federação.


           Antônio Alves de Souza, Secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde (SGEP), explicou a dinâmica de realização das auditorias, feitas pelo Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus), que pertence à SGEP. A auditoria envolve a etapa de planejamento para discussão da ação, definição de metodologia, roteiro e calendário, para, só a partir daí, haver a visitação in loco, que é realizada com o conhecimento do gestor local. Além de profissionais da área contábil, a equipe de auditoria conta com técnicos da área assistencial, que observam se os indicadores estão sendo cumpridos. Antônio Alves destaca a finalidade da auditoria, “o importante numa auditoria é que o que foi identificado como irregular seja corrigido e que pode, inclusive, ser feito, por meio da assinatura de Termo de Ajuste Sanitário, a reposição do que não foi aplicado”.


           Segundo o Secretário, ainda em outubro de 2008, o Ministério da Saúde, por meio da SGEP e do Denasus, programou uma ação de auditoria relacionada à EC 29, “com a intenção de fazer uma avaliação nacional sobre qual era a situação do cumprimento nos Estados, obter um diagnóstico preciso da situação e subsidiar o Ministério com informações mais fidedignas, fortalecendo, assim, a defesa da regulamentação da EC 29”. De acordo com o Secretário, além dos Estados, as Capitais e os Municípios com determinado número de habitantes também serão auditados.


           Antônio Alves explicou o fluxo dos relatórios das auditorias, que têm uma versão preliminar enviada aos auditados, para só então serem finalizados. Após essa etapa, o relatório é encaminhado ao Ministro da Saúde, aos Conselhos Estaduais e Nacional de Saúde e ao Ministério Público Federal quando houver indício de crime.


           Até o momento, apenas seis Estados estão com os relatórios finalizados – Piauí, Distrito Federal, São Paulo, Rio Grande do Sul, Roraima e Minas Gerais – o que fez com que o Secretário solicitasse ao Pleno que a avaliação dos resultados fosse feita após o cumprimento de toda a ação de auditoria.


           Segundo Antônio Alves, a SGEP sugeriu ao Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que haja uma interlocução com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e Governadores sobre o tema; que seja feita uma avaliação interna no Ministério em relação aos dados levantados pelo Denasus e pelo SIOPS, além de debate na Comissão Intergestores Tripartite (CIT).


           O Diretor do Departamento de Auditoria do SUS, Luis Carlos Bolzan, lembrou que aprevisão de se fazer auditorias está prevista em lei e que, em 2009, foram realizadas e concluídas 1.310 auditorias em todos os Estados e em órgãos e áreas técnicas do Ministério da Saúde, “eles veem as auditorias como instrumento para qualificar a gestão das políticas”. O Diretor ressaltou, ainda, a tecnicidade das auditorias, “a auditoria se fundamenta em documentos e não em retórica e é nisso que se baseia a produção do relatório”. Em relação à divulgação de resultados das auditorias realizadas sobre a EC 29, Bolzan esclareceu: “o Denasus nunca se manifestou publicamente sobre os relatórios, pois nosso papel não é esse e temos um compromisso com as instâncias do Ministério. Nossa forma de nos comunicar é por meio dos nossos relatórios”, enfatizou


           O representante do Conass no Conselho Nacional de Saúde, Jurandi Frutuoso, destacou que o órgão defende a realização de auditorias, pois elas são uma forma de se fazer saneamento de gestão. “O Conass não defende improbidade de nenhum gestor”, afirmou ele que destacou também que enquanto a Emenda Constitucional nº 29 não é regulamentada, o seu cumprimento se efetiva na esfera judicial. Para o Conass, o texto publicado na mídia sobre as auditorias não esclarece a opinião pública sobre a aplicação dos recursos do SUS, “mas apenas expressam opiniões e faz ilações sobre o tema”. O Conselheiro solicitou que sejam esgotadas todas as fases da auditoria “para que depois, independente dos resultados, sejam publicados e punidos os responsáveis, se for o caso”.


           Ao final das exposições, o pleno do Conselho Nacional de Saúde deliberou por uma Moção de Apoio ao Ministro da Saúde, à Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa e ao Denasus pelo empenho a frente das auditorias no SUS. Além disso, a Comissão Permanente de Orçamento e Financiamento do CNS irá analisar os relatórios das auditorias com a participação de mais um membro do segmento dos usuários, trabalhadores e gestores. O tema voltará à pauta do CNS nas duas próximas Reuniões Ordinárias.

 

 

CNS realiza Planejamento para 2010/2012

 

         O Conselho Nacional de Saúde (CNS) realizou, nos dias 9 e 10 de março, o Planejamento de suas ações para o período de 2010 a 2012, a partir da Agenda Política do Conselho. O evento, coordenado pela Secretaria Executiva do CNS e pela Comissão Intersetorial de Educação Permanente para o Controle Social do SUS, ocorreu no Centro de Eventos e Treinamentos da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC) e contou com a participação de 81 Conselheiros, entre titulares e suplentes.

 

         Para o Presidente do CNS, Francisco Batista Júnior, o planejamento é um instrumento poderoso, “que nos permite nortear as principais tarefas e ações importantes”. Francisco Júnior fez, ainda, uma avaliação do planejamento anterior, “senti uma preocupação com o fato de que o que executamos não está sintonizado com o que havíamos planejado. Fomos positivamente atropelados pela conjuntura”. Segundo o Presidente, a adequação das ações à conjuntura é necessária e deve ser prevista em todos os planejamentos.

 

 

 

 

 

 

 

Conselho Nacional de Saúde - "Efetivando o Controle Social".
Esplanada dos Ministérios, Bloco “G” - Edifício Anexo, Ala “B” - 1º andar - Sala 103B - 70058-900 - Brasília, DF

I

 

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07 Março, 2010

I FÓRUM SOBRE DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS

I FÓRUM SOBRE DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS

 

A ADOTE é convidada como palestrante do I FÓRUM SOBRE DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS, promovido pelo Conselho Federal de Medicina e Sistema Nacional de Transplantes (Ministério Da Saúde)

 

 Conscientizar os médicos e a população sobre a importância do ato solidário de doar órgãos. Esta é uma das preocupações do Conselho Federal de Medicina (CFM), que organiza um encontro, em parceria com o Sistema Nacional de Transplantes (SNT), do Ministério da Saúde, para chamar a atenção da sociedade para a questão. O Fórum sobre Doação de Órgãos e Tecidos está previsto para ser realizado em 18 de março, em Brasília (DF).

 

O tema a ser desenvolvido pelo presidente da ADOTE, Prof. Francisco Neto de Assis, é Dificuldades e Desafios na Doação. Os dilemas frente ao diagnóstico de morte encefálica e a atenção ao luto nas instituições hospitalares são os demais temas do Fórum.

 

Os interessados devem encaminhar pedidos de inscrição para eventos@cfm.org.br indicando: nome, entidade representativa e telefone para contato. As inscrições são gratuitas e as vagas limitadas.

 

SERVIÇO:

FÓRUM SOBRE DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS

Conselho Federal de Medicina e Sistema Nacional de Transplantes (Ministério da Saúde)

Dia: 18 de março

Horário: das 8h às 18h

Local: sede do CFM

Informações: (61) 3445-5957

Inscrições: eventos@cfm.org.br

 

PROGRAMAÇÃO

8h30m – Inscrição e entrega de material

8h50m – Abertura

TEMA: MORTE ENCEFÁLICA

9h – Protocolo de Morte Encefálica – Aspectos gerais

Debate – 30min

9h50m – Protocolo de Morte Encefálica – Aspectos clínicos

Debate – 40min

10h50m- Intervalo

11h – Dilemas frente ao diagnóstico de Morte Encefálica

Debate – 40min

12h-13h -Intervalo para almoço

TEMA: DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS

13h – Estado atual dos transplantes no Brasil

Debate – 30min

13h50m – A atenção ao luto nas instituições hospitalares

Debate – 30min

14h40m – Dificuldades e desafios na doação

Debate – 30min

15h50m – Intervalo

16h – Recomendações do Fórum

 

 

 

ADOTE – Aliança Brasileira pela Doação de Órgãos e Tecidos - é uma organização não governamental, sem finalidade econômica, fundada em 20 de novembro de 1998, em Pelotas, RS, cuja missão é atuar no sentido de promover mudanças de atitudes e valores da Sociedade e Estado para preservar e melhorar a vida. Conta com Seções Regionais no Rio de Janeiro (ADOTE/RJ), que envolve uma parceria com a DOEAÇÃO, dedicada a doação de órgãos entre crianças e no Mato Grosso (ADOTE/MT). Atua no Controle Social e dedica-se a divulgação de informações sobre o processo doação-transplante de órgãos através de diversos processos midiáticos, realizando campanhas de esclarecimento público, palestras e mesas redondas. Participa também de fóruns para a definição de políticas públicas na busca do entendimento de que todas as instituições hospitalares reconheçam na notificação da morte encefálica o caminho para o efetivo crescimento e desenvolvimento do processo doação-transplante de órgãos. Os diversos dispositivos da cadeia de atuação da ADOTE incluem-se: Internet, folhetos, adesivos, livros, palestras, reuniões informativas, orientação de trabalho escolares e artigos para jornais. Sua força de trabalho é constituída de voluntários. Alguns voluntários, cerca de 60, são mantenedores. Entre os voluntários que atuam diretamente na direção da instituição 95% têm curso superior, alguns com doutorado. As profissões são as mais diversas: Eng. Agrônomo, Professor de Ensino Superior, Administrador de Empresa, Contador, Advogado, Pedagogia e Serviço Social. Visite o sítio no domínio www.adote.org.br.

 

ADOTE - Rua Sete de Setembro, 274, 7o andar, sala 05, CEP 96015-300 Pelotas, RS

Fones/Fax (53)3222-9010 / 3228-3375 / 9982-1420 – e-mail: adote@adote.org.br

ADOTE/RJ - Rua 13 de Maio, 47 sala 907, CEP 20031-000 Rio de Janeiro, RJ

Telefones: (21) 2215-9629 / 8101 6028 / 81 01 4873 – e-mail: adote.rj@terra.com.br

ADOTE/MT - Rua Bahia 46, CPA II 78055-540 Cuiabá - MT - Fones: (65)-3626-2230/ 8122-2123

 

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22 Fevereiro, 2010

Faço um apelo....

Caros amigos e  parentes.

 

Inicío neste momento uma corrente de solidariedade, denominada "SOS NICOLLE".

 

Você me conhece muito bem e tem certeza que jamais faria um apelo desta ordem, se não fosse verdade.

Estou dando o meu aval moral.

Se  puder ajudar de alguma maneira, ainda que seja repassando para seus contatos, confirmando a fonte como fidedigna, antecipadamente agradeço.

 

Minha sobrinha bisneta, com  pouco mais de um mês, nasceu com uma doença rara "Epidernólise bolhosa", que ocorre 1(um) caso em cada 50.000 (cinquenta mil) nascimentos. Terá alta hospitalar amanhã, dia 21.02.2010.

 

Trata-se de uma enfermidade sem cura, que exige atenção especial e constante, tanto nos curativos frequententes com utilização de anestésico, alimentação específica, entre outros procedimentos.

 

A família é modesta e não vai suportar os enorme gastos com longo tratamento e necessita com urgência dos seguintes produtos:

 

*soro fisiológico para uso externo
*agulhas de insulina
*sulfadiasina
*luvas para procedimento
*gazes
*ataduras
*latas de NAN 1
*Dersani (MUITOOOO)

 

Outros produtos serão utilizados a medida que a criança for crescendo.

 

Quem puder ajudar, favor encaminhar para:

 

Joanna Machado

Rua Lauro Muller, 46/609 - Botafogo - Rio de Janeiro - CEP 22290-160

 

Doação em dinheiro -

Bradesco - AG. 0472 - C/C 0650908-8 -

 Joanna da Silva Machado.

 

Tels. 8818 9842

 

Informações sobre a doença - O anexo há fotos de caso idêntico. As cenas são muito fortes.

 

Bem amigos, estou a disposição para quaisquer esclarecimentos e mais uma vez a SOLIDARIEDADE se fará presente. Eu que o diga.

Abraços

 Renato

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02 Fevereiro, 2010

Ajudem - Dia da Cardiopatia Congênita

 

Amigos,
 
Sabemos o quanto a informação é um bem precioso, e o quanto as famílias de cardiopatas são beneficiadas com a divulgação a cada dia maior da existência das Cardiopatias Congênitas e de seus tratamentos. 
Pensando nisso, a ONG Pequenos Corações deseja aprovar junto aos Deputados Federais, o "Dia de Conscientização da Cardiopatia Congênita" para que possamos unir esforços no sentido de divulgar a cardiopatia congênita, mostrando a importância do diagnóstico precoce, sensibilizando o público em geral e o governo para criarem açoes e programas para atender os cardiopatas de maneira efetiva.
Muitas pessoas nem sabem que uma criança pode nascer com um problema sério no coração, e muito menos, que essas mesmas crianças podem viver um vida normal e serem felizes, desde que sejam tratadas da maneira correta, no tempo certo. A maioria dos nossos cardiopatas necessitam de cirurgia cardíaca, e, de cada 23 mil cardiopatas que nascem por ano, apenas 8 mil chegam a cirurgia. Precisamos mudar esses números, e para isso precisamos divulgar, divulgar, e divulgar!!!
Um viva a todos que se unem a nós nessa luta!!
 
Marcia Adriana Saia Rebordões
www.pequenoscoracoes.com
 
 
Segue abaixo o texto na íntegra. Se você deseja se unir a nós nessa mesma luta, acesse o site "Abaixo assinado" e deixe la a sua assinatura virutal. O campo "titulo de eleitor" não precisa ser preenchido.
Link do site: http://www.abaixoassinado.org/assinaturas/abaixoassinado/5607/1
 
 
 
 
"Ilustríssimo(s) Deputado(s),

As famílias das crianças portadoras de cardiopatias congênitas e adquiridas, adultos portadores de cardiopatias congênitas e adquiridas e os profissionais que trabalham com os mesmos estão unindo forças para que o dia 12 de junho seja proclamado em todos os Estados da República o Dia de Conscientização da Cardiopatia Congênita. Nos países do hemisfério norte esta data já é institucionalizada e faz parte do calendário de muitos países, como os Estados Unidos, no dia 14 de fevereiro, dia de São Valentim e Dia dos Namorados nestes países. A data escolhida seria uma adaptação para a nossa cultura, para o nosso Dia dos Namorados, podendo assim termos maior efetividade na campanha com os corações simbólicos já expostos em todo comércio e meios de comunicação.
Como cidadãos solicitamos que o senhor nos auxilie a alcançar nosso objetivo proclamando esta data especial no dia 12 de junho.
A criação dessa data é de extrema importância considerando-se que:

- a cardiopatia congênita é o defeito congênito mais comum e uma das principais causas de óbitos relacionada a malformações congênitas;
- 8 em cada mil crianças nascidas vivas apresentam esse problema;
- mais de 23 mil crianças necessitam de cirurgia cardíaca todos os anos no Brasil e que, assim sendo, milhares de famílias estão enfrentando desafios no tratamento e manutenção deste problema de saúde;
- por falta de conscientização e de recursos muitas cardiopatias são diagnosticadas tardiamente, levando a complicações e muitas vezes ao óbito de crianças que poderiam ser evitados;
- apesar das estatísticas, os fetos, recém-nascidos, crianças e atletas não são avaliados corretamente quanto à presença de Cardiopatia Congênita,
- o Dia de Conscientização poderá representar uma oportunidade para as famílias de cardiopatas para celebrar a vida e lembrar daqueles que se foram, honrando assim os dedicados profissionais de saúde e abraçando outras famílias para que elas não se sintam sós,
- a institucionalização de uma data poderá também ser uma oportunidade para compartilhar experiências e informações com o público e com a mídia, tornando este defeito congênito publicamente conhecido.

Para maiores informações visitem nosso site www.pequenoscoracoes.com

Ficaria extremamente orgulhosa de meu país se este considerasse dia 12 de junho como sendo o Dia de Conscientização da Cardiopatia Congênita.

Atenciosamente,

Os abaixo assinados:"

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05 Janeiro, 2010

Cremerj e Sesdec se unem pela manutenção do doador de órgãos

 

Câmara Técnica do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj) organizou na última quinta-feira, dia 20 de agosto, em sua sede, o Fórum da Câmara Técnica de Terapia Intensiva – Manutenção do Doador de Órgãos. O objetivo do encontro, que contou com a participação de cerca de 80 médicos, foi promover o debate em relação às questões que envolvem o transplante no Brasil e padronizar as condutas referentes ao paciente na UTI para doação de órgãos. O Fórum teve o apoio da Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil (Sesdec) e a participação dos profissionais da secretaria.

Uma das palestras de maior destaque foi da assessora da Subsecretaria de Atenção à Saúde da Sesdec, Isabela Simões. No Módulo "Protocolo clínico de manutenção do doador", ela abordou todos os procedimentos que devem ser realizados para manter o doador com o coração batendo até a extração dos órgãos. 

− O doador é um paciente em estado muito grave, então são necessários cuidados específicos já que vários sistemas estão comprometidos como, por exemplo, os mecanismos de estabilização da pressão e da temperatura − explicou Isabela. 

Já o coordenador da Central de Transplantes, Sandro Montezano, falou da experiência da central principalmente no que diz respeito aos tempos envolvidos em cada etapa do processo de doação. "A experiência da rede própria do estado" foi o tema do módulo de Antonio Carlos Babo Rodrigues, coordenador das Unidades de Cuidados Intensivos do Hospital Estadual Getúlio Vargas. Babo levou ao fórum a experiência dos hospitais da Rede. Outra moderadora da Sesdec no encontro foi a coordenadora da terapia intensiva, Rosane Goldwasser, que abordou a importância da regulação do sistema de doação e transplantes de órgãos.

Todo hospital com mais de 80 leitos tem, por lei, a obrigação de ter uma comissão intra-hospitalar para notificar e regular o transplante de órgãos entre as unidades hospitalares. As comissões devem ser indicadas pelos diretores dos hospitais, para aumentar as notificações de óbitos como a viabilização da própria doação. 

− Essas comissões são obrigatórias, mas muitas não funcionam adequadamente, por isso uma parte do processo f= ica ainda mais lento. A Secretaria quer profissionalizar essas comissões para agilizar os transplantes. Na Espanha, por exemplo, 85% dos médicos são intensivistas e podem ajudar muito. Em outubro vamos realizar um curso para os intensivistas com o objetivo de sensibilizar essa classe para a doação - explicou Isabela. 

Outro destaque do fórum foi o presidente da Associação Brasileira pela Doação de Órgãos e Tecidos (Adote), Rafael Paim Cunha Santos. Ele liderou o módulo que teve como tema "As coisas importantes devem ser ditas em vida". Em sua apresentação, Rafael falou da importância de as pessoas deixarem claro ainda em vida para a família o desejo de ser doador. Segundo pesquisa recente do Instituto Datafolha, 70% dos brasileiros doariam seus órgãos. O coordenador da Comissão de Bioética do Cremerj, Arnaldo Pineschi, abordou o tema "Como dar a má notícia: aspectos éticos, sociais e religiosos", sobre toda a questão ética envolvida na hora de dar má notícia para a família do doador. 

Para Pablo Vazquez, conselheiro responsável pela Câmara Técnica de Terapia Intensiva do Cremerj, encontros como este podem ajudar a aumentar a quantidade de doadores no Rio de Janeiro. 

− A precariedade do sistema de saúde e a dificuldade no diagnóstico de morte encefálica estão entre as principais responsáveis pela baixa captação de órgãos. Também é preciso considerar aspectos éticos, religiosos ou sociais − avaliou Pablo.